
Turismo
Uma vista de tirar o fôlego e uma comunidade de pescadores preservada. A ilha Diana não se destaca apenas pela facilidade de acesso – visto que a passagem de barco custa apenas R$...
Maria Clara Pasqualeto
29 de abril de 2026 • 3 min de leitura
Uma vista de tirar o fôlego e uma comunidade de pescadores preservada. A ilha Diana não se destaca apenas pela facilidade de acesso – visto que a passagem de barco custa apenas R$ 0,5 -, mas, simultaneamente, por histórias guardadas da cultura caiçara, conjuntamente a uma biodiversidade que não se vê em qualquer região.
Garças, galos, caranguejos, mexilhões e diversas espécies de insetos. Logo quando se pisa na ilha, é possível ver todos esses animais mencionados, vivendo em plena harmonia com a natureza.
Sem qualquer tipo de tecnologia, os moradores residem em infraestruturas extremamente simples: Eles acordam com os sons de “canto” dos galos, vão para uma pequena igreja local, utilizam barcos à locomoção e realizam comércio com os recursos obtidos no arquipélago. Ao contrário do que se vê frequentemente na vida urbana, as crianças não possuem dispositivos celulares ao entretenimento. Suas formas de diversão consistem em brincadeiras – como pega pega ou esconde esconde -, desenhos e atividades relacionadas à natureza.
Com o extenso cenário aquático, o território apresenta diversidade em espécies marinhas. Isso ocorre porque a área de manguezal é localizada no estuário santista, sendo muito rico especialmente em crustáceos.
Até mesmo no solo úmido e rochoso da ilha, é possível localizar pequenos caranguejos e siris. Alguns dos espécimes mais comuns da região consistem nos caranguejos-uçá, que vivem em tocas de lama e se alimentam, principalmente, de folhas de mangue.

Outro exemplo é o ataru-vermelho; como o próprio nome diz, a coloração de suas patas é avermelhada, alimentando-se de frutos, sementes e matérias orgânicas do manguezal.
Encontrado diretamente no turismo pelo manguezal pela equipe de reportagem, o mexilhão-do-mangue representa uma espécie de molusco bivalve, encontrado em manguezais ao redor do mundo. Ele é responsável por desempenhar um papel fundamental em ecossistemas costeiros, filtrando a água e servindo de alimento para inúmeros animais marinhos.
Com o nome científico Mytella Strigata, possui uma concha alongada, textura escura e linhas de crescimento aparentes.

No entanto, os mexilhões de água doce não são recomendados ao consumo humano devido ao fato de apresentarem toxinas nocivas em suas estruturas, como metais pesados e microrganismos patogênicos. Essas substâncias podem ser extremamente prejudiciais à saúde humana, com a possibilidade de causar intoxicações e doenças.
Outra novidade consiste nos galos da ilha. Sendo da espécie Gallus Domesticus, as espécies são de caráter doméstico e podem ser encontradas nos quintais das casas locais. Suas colorações consistem em plumagem escura, peito avermelhado e crista vermelha.
Além disso, logo no começo da ilha, é possível se deparar com garças em frente à imensidão marítima, resultando em uma paisagem semelhante a de filmes. Uma das espécies mais comuns no Brasil, a Garça-branca-grande – também conhecida pelo nome científico Ardea Alba – é grande e considerada “elegante”, apresentando pele branca como a neve, além de comportamento tranquilo e gracioso.
Do mesmo modo, possui cerca de 90 centímetros de comprimento e seu característico bico comprido e afiado. Ela habita lagoas, rios e outros corpos d’água, alimentando-se de peixes, anfíbios e invertebrados.
Com a ampla diversidade de flora e fauna da região do manguezal, a exploração da Ilha Diana é, sem dúvidas, uma verdadeira aventura para aqueles que amam natureza e os animais.
Fontes: Sescsp, São Paulo Secreto, Significado de Palavras, Wikipédia, O Que Visitar Onde Viajar, Mundo Ecologia e Ilha Viva
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Uma vista de tirar o fôlego e uma comunidade de pescadores preservada. A ilha Diana não se destaca apenas pela facilidade de acesso – visto que a passagem de barco custa apenas R$ 0,5 -, mas, simultaneamente, por histórias guardadas da cultura caiçara, conjuntamente a uma biodiversidade que não se vê em qualquer região.
Garças, galos, caranguejos, mexilhões e diversas espécies de insetos. Logo quando se pisa na ilha, é possível ver todos esses animais mencionados, vivendo em plena harmonia com a natureza.
Sem qualquer tipo de tecnologia, os moradores residem em infraestruturas extremamente simples: Eles acordam com os sons de “canto” dos galos, vão para uma pequena igreja local, utilizam barcos à locomoção e realizam comércio com os recursos obtidos no arquipélago. Ao contrário do que se vê frequentemente na vida urbana, as crianças não possuem dispositivos celulares ao entretenimento. Suas formas de diversão consistem em brincadeiras – como pega pega ou esconde esconde -, desenhos e atividades relacionadas à natureza.
Com o extenso cenário aquático, o território apresenta diversidade em espécies marinhas. Isso ocorre porque a área de manguezal é localizada no estuário santista, sendo muito rico especialmente em crustáceos.
Até mesmo no solo úmido e rochoso da ilha, é possível localizar pequenos caranguejos e siris. Alguns dos espécimes mais comuns da região consistem nos caranguejos-uçá, que vivem em tocas de lama e se alimentam, principalmente, de folhas de mangue.

Outro exemplo é o ataru-vermelho; como o próprio nome diz, a coloração de suas patas é avermelhada, alimentando-se de frutos, sementes e matérias orgânicas do manguezal.
Encontrado diretamente no turismo pelo manguezal pela equipe de reportagem, o mexilhão-do-mangue representa uma espécie de molusco bivalve, encontrado em manguezais ao redor do mundo. Ele é responsável por desempenhar um papel fundamental em ecossistemas costeiros, filtrando a água e servindo de alimento para inúmeros animais marinhos.
Com o nome científico Mytella Strigata, possui uma concha alongada, textura escura e linhas de crescimento aparentes.

No entanto, os mexilhões de água doce não são recomendados ao consumo humano devido ao fato de apresentarem toxinas nocivas em suas estruturas, como metais pesados e microrganismos patogênicos. Essas substâncias podem ser extremamente prejudiciais à saúde humana, com a possibilidade de causar intoxicações e doenças.
Outra novidade consiste nos galos da ilha. Sendo da espécie Gallus Domesticus, as espécies são de caráter doméstico e podem ser encontradas nos quintais das casas locais. Suas colorações consistem em plumagem escura, peito avermelhado e crista vermelha.
Além disso, logo no começo da ilha, é possível se deparar com garças em frente à imensidão marítima, resultando em uma paisagem semelhante a de filmes. Uma das espécies mais comuns no Brasil, a Garça-branca-grande – também conhecida pelo nome científico Ardea Alba – é grande e considerada “elegante”, apresentando pele branca como a neve, além de comportamento tranquilo e gracioso.
Do mesmo modo, possui cerca de 90 centímetros de comprimento e seu característico bico comprido e afiado. Ela habita lagoas, rios e outros corpos d’água, alimentando-se de peixes, anfíbios e invertebrados.
Com a ampla diversidade de flora e fauna da região do manguezal, a exploração da Ilha Diana é, sem dúvidas, uma verdadeira aventura para aqueles que amam natureza e os animais.
Fontes: Sescsp, São Paulo Secreto, Significado de Palavras, Wikipédia, O Que Visitar Onde Viajar, Mundo Ecologia e Ilha Viva